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Brasil

Petrobras (PETR3;PETR4) anuncia reajuste nos preços dos combustíveis

A partir de 18/06, o preço médio de venda de gasolina da petroleira para as distribuidoras será de R$ 4,06 por litro

por Alexandre Puga

17 de junho de 2022 11:12Atualizado em: 17 de junho de 2022 11:15
Petrobras (PETR3;PETR4) anuncia reajuste nos preços dos combustíveis

A Petrobras (PETR3;PETR4) anunciou nesta sexta-feira (17) que fará um novo ajuste nos seus preços de venda da gasolina e do diesel para as distribuidoras. O preço da gasolina estava congelado nas refinarias há quase 100 dias, enquanto o diesel teve o preço elevado pela última vez há 36 dias.

Dessa forma, após 99 dias, a partir de 18/06, o preço médio de venda de gasolina da Petrobras para as distribuidoras passará de R$ 3,86 para R$ 4,06 por litro. O último reajuste ocorreu em 11/03.

Para o diesel, após 39 dias, a partir de 18/06, o preço médio de venda da Petrobras para as distribuidoras passará de R$ 4,91 para R$ 5,61 por litro. O último reajuste ocorreu em 10/05.

“Considerando a mistura obrigatória de 73% de gasolina A e 27% de etanol anidro para a composição da gasolina comercializada nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor passará de R$ 2,81, em média, para R$ 2,96 a cada litro vendido na bomba. Uma variação de R$ 0,15 por litro”, afirmou a petroleira.

Dados da Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom) mostravam que a defasagem chegou a 18% no diesel e de 14% na gasolina frente às cotações internacionais.

A Petrobras reforçou que os preços de venda da estatal para as distribuidoras, tendo como referência os preços de mercado internacional, são apenas uma parcela dos preços que chegam ao consumidor final.

A petroleira ainda explicou que na formação do preço na bomba são adicionadas parcelas da mistura obrigatória de etanol anidro e biodiesel à gasolina A e ao diesel A produzidos nas refinarias, custos e margens de distribuição e revenda, e tributos federais e estaduais. 

A Petrobras reiterou seu compromisso com a prática de preços competitivos e em equilíbrio com o mercado, ao mesmo tempo em que evita o repasse imediato das variações temporárias que acontecem no exterior e que podem ser revertidas no curto prazo.