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Empresas

Citi abrirá plataforma de pagamentos no Brasil

Redação BP Moneyem 13 de outubro de 2021 16:44
  • Antes do Brasil, o Citi já havia lançado a Spring nos Estados Unidos, no Canadá, no Reino Unido e no México, todos em 2021;
  • No mercado brasileiro, segundo o Citi, já existem conversas com mais de 200 companhias;
  • No Brasil, o e-commerce saltou 41% em 2020, para R$ 87 bilhões, a participação do online no varejo cresceu de 6% para 9%.

Uma das maiores companhias do ramo financeiro do mundo, o Citigroup escolheu o Brasil para ser o quinto destino de sua plataforma de pagamentos, a Spring. O programa possui foco no e-commerce e busca centralizar todos os elos de pagamentos em empresas que realizam vendas pela internet, podendo ser uma oferta de um gateway de pagamento até a adquirência. 

“Trazer a Spring para o Brasil faz parte de uma estratégia global que mira mercados especialmente relevantes para fluxos de pagamentos de consumidores no e-commerce e que estão crescendo exponencialmente”, afirmou o diretor de pagamentos e recebíveis do Citi para a América Latina, Gabriel Kirestian, para o NeoFeed.

Antes do Brasil, o Citi já havia lançado a Spring nos Estados Unidos, no Canadá, no Reino Unido e no México, todos em 2021. Nos EUA, o negócio já está se consolidando e conta com “vários clientes”, segundo Kirestian. No Canadá e no Reino Unidos, estão sistematizando o projeto para atender outras empresas. No México, estão dando os primeiros passos para um plano com uma companhia.

No mercado brasileiro, segundo o Citi, já existem conversas com mais de 200 companhias. “As empresas que têm o e-commerce como principal canal de vendas estão na primeira fase da nossa estratégia comercial”, afirma o executivo. Segundo ele, porém, os negócios que ainda estão desenvolvendo o seu canal de vendas pela internet também fazem parte do público-alvo do projeto.

No Brasil, o e-commerce saltou 41% em 2020, para R$ 87 bilhões, segundo dados da Ebit/Nielsen, a participação do online no varejo cresceu de 6% para 9%, enquanto mercados como Estados Unidos e China contam com taxas de 15% e 35%, respectivamente, de acordo com levantamento da XP.

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