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Negócios

Bolsonaro elogia bilionário Elon Musk: “mito da liberdade”

Em evento para anúncio da Starlink na Amazônia, presidente se encontrou com empresário sul-africano

por Alexandre Puga

20 de maio de 2022 15:56Atualizado em: 31 de maio de 2022 11:26
Bolsonaro elogia bilionário Elon Musk: “mito da liberdade”

O presidente Jair Bolsonaro (PL) se encontrou nesta sexta-feira (20) com o bilionário sul-africano Elon Musk e com Fábio Faria (PSD), ministro das Comunicações, em Porto Feliz, interior de São Paulo. O encontro tem a finalidade de anunciar o lançamento do Starlink, projeto de satélites de baixo custo da SpaceX, para levar internet a 19.000 escolas de áreas rurais e monitorar a Amazônia.

Na reunião, Bolsonaro chamou Elon, homem mais rico do mundo, de "mito da liberdade", afirmando que o anúncio da parceria entre SpaceX e Governo "foi como um sopro de esperança". 

O presidente brasileiro também disse que Musk poderia estar “se preocupando consigo próprio, mas não, veio ao nosso país, assim como tem andado pelo mundo todo, divulgando o que ele pretende deixar para todos nós”. Bolsonaro afirmou que a passagem do executivo pelo país e a breve explanação sobre o Starlink já são “uma coisa que nos marcará para sempre”.

No Twitter, Elon Musk disse que estava "super empolgado de estar no Brasil para lançar o Starlink para 19.000 escolas sem conexão com a internet em áreas rurais e o monitoramento da Amazônia”

O empresário ainda receberá uma medalha de honra de Bolsonaro por sua preocupação com a Amazônia, de acordo com o ministro das Comunicações Fábio Faria. 

Elon Musk se envolveu em uma polêmica recente a respeito da compra da plataforma social Twitter. No dia 13 de maio, o magnata afirmou que o acordo para compra do Twitter está "temporariamente suspenso", afirmando que ainda não há um consenso sobre o número de contas falsas circulando na plataforma. 

Com a proximidade ao bilionário, Bolsonaro busca engajar sua base de apoiadores, defendendo a “liberdade” prometida pelo empresário com a compra do Twitter. A plataforma impõe restrições à divulgação de fake news e desinformação, e o sul-africano já afirmou que, uma vez que o negócio for concretizado, irá rever essa política.