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Mercado

Fundo rentável de small caps da Trígono virou vidraça 

Gestora, com mais de R$ 2 bilhões sob gestão, passou horas rebateram rumores no WhatsApp e Twitter 

por Redação BP Money

26 de janeiro de 2022 20:34
Fundo rentável de small caps da Trígono virou vidraça 

A gestora Trígono estão passando por um momento delicado. Isso porque os fundos de small caps, responsáveis por colocar a empresa em primeiro lugar nos rankings de rentabilidade e captação em 2021, acabaram tornando a casa também vidraça em rede social.  

Durante uma live feita na noite desta terça-feira (26) no YouTube, os três sócios passaram cerca de duas horas desmentindo rumores e comentários sobre eventuais riscos de liquidez dos fundos e sobre a reputação do CIO que começaram a circular no WhatsApp e Twitter. 

Um levantamento do site de dados mostrou que, dos 10 fundos mais rentáveis de 2021, a Trígono estava presente da terceira à sexta posição, sendo representada pelos fundos Delphos, Flagship Small Caps, Flagship 60 Small Caps e Verbier, que renderam de 40,11% a 49,65% no último ano. A gestora já ultrapassou os R$ 2 bilhões sob gestão e conta com 108 mil cotistas. 

O chefe de investimentos, Werner Roger, que foi da área de risco do Citibank, passou pela Western e foi sócio da gestora Victoire, é quem está liderando a família de small caps. Roger estava claramente incomodado na live por conta de um tuíte feito por um analista. O comentário dizia que Roger seria um "gestor que já quebrou um fundo antes", fazendo uma referência à Victoire. O executivo também rebateu  boatos sobre supostas manipulações de preços de ativos e riscos excessivos de liquidez nos fundos. 

“É um fake que circulou mais que covid”, argumentou o CIO, citando o número de vezes que recebeu mensagens sobre o assunto ao longo da semana. 

O fundo da Victoire, de fato, não "quebrou". Não existe nenhum registro de liquidação na CVM e não teve qualquer congelamento de resgates. O fundo encolheu consideravelmente, sob a gestora dos antigos sócios da Victoire, rebatizada de Hogan. De acordo com Roger, o fundo era um contrato de gestão da carteira proprietária de um fundo de pensão brasileiro, um soberano europeu e um endownment americano.