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Internacional

G7 afirma que nunca reconhecerá as fronteiras tomadas pela Rússia

Grupo dos setes países mais industrializados do mundo também prometeu mais sanções contra o Kremlin

por Fabio Santiago

14 de maio de 2022 11:00Atualizado em: 14 de maio de 2022 11:04
G7 afirma que nunca reconhecerá as fronteiras tomadas pela Rússia

O G7, grupo composto pelos sete países mais industrializados do planeta, disse neste sábado (14) que nunca reconhecerá as fronteiras que a Rússia planeja impor contra a Ucrânia.

De acordo com a declaração, o G7 manterá esforços para apoiar as decisões do governo russo.

"Nunca reconheceremos as fronteiras que a Rússia tenta mudar com sua intervenção militar, e iremos manter nosso compromisso de apoiar a soberania e a integridade territorial da Ucrânia, incluindo a Crimeia", disse o grupo, em um comunicado divulgado após a reunião em Wangels, norte da Alemanha.

A reunião, que foi realizada pelo país anfitrião, contou também com a participação dos ministros representantes da França, Itália, Canadá, Japão, Reino Unido, e EUA.

Além disso, ministros do Exterior da Ucrânia e da Moldávia, e Josep Borrel, chefe da diplomacia da UE (União Europeia), também marcaram presença na conferência.

Os ministros também reforçaram que intensificação as sanções contra a Rússia, a fim de enfraquecer setores primordiais para a economia do país.

Além disso, o conjunto ampliará o fornecimento de armas para o exército ucraniano.
"Reafirmamos nossa determinação de aumentar ainda mais a pressão econômica e política sobre a Rússia", reforça o documento.
 

Participação da Ucrânia também foi discutida pelo G7

Mesmo com o apoio declarado, Annalena Barbock, chefe da diplomacia alemã, reforçou que a Ucrânia deve "decidir por conta própria" sobre os desdobramentos da guerra "porque é seu território".

Os ministros presentes na reunião também falaram sobre as possíveis intervenções da China, ao pedir para que o país não fomente as invasões por parte da Rússia.

"Pedimos à China que não ajude a Rússia em sua guerra de agressão contra a Ucrânia, para não minar as sanções impostas à Rússia por seu ataque contra a soberania e a integridade territorial da Ucrânia, que não justifique a ação da Rússia na Ucrânia e que renuncie à manipulação da informação, à desinformação e outras medidas para legitimar a guerra de agressão da Rússia contra a Ucrânia", disseram os componentes do grupo. 

O grupo reiterou o pedido de súplica a Belarus para que cessem as ajudas a favor da intervenção russa, e que os compromissos internacionais do país sejam respeitados.

Por fim, o G7 falou sobre a urgência do fim do conflito, e pediu para que a Rússia “acabe com a guerra que começou sem provocação (por parte da Ucrânia) e com o sofrimento trágico e as perdas de vidas humanas que continuam provocando".