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Internacional

Facebook (FBOK34): Zuckerberg perde US$ 3 bi após Meta divulgar balanço

Agora, o patrimônio do cofundador do Facebook é avaliado em US$ 59,9 bilhões

por Redação BP Money

29 de julho de 2022 11:00Atualizado em: 29 de julho de 2022 11:09
Facebook (FBOK34): Zuckerberg perde US$ 3 bi após Meta divulgar balanço
Foto: Reprodução

O presidente-executivo da Meta, Mark Zuckerberg, perdeu US$ 3,1 bilhões de sua fortuna após a empresa, dona do Facebook (FBOK34), divulgar a primeira queda de faturamento em sua história, no segundo trimestre de 2022

Agora, o patrimônio do cofundador do Facebook é avaliado em US$ 59,9 bilhões, segundo a Bloomberg. Considerando todo o ano de 2022, o empresário já perdeu US$ 65,6 bilhões de sua fortuna. Em números absolutos, ele tem a queda mais acentuada do levantamento.

O patrimônio de Zuckerberg, que chegou a ser avaliado em US$ 142 bilhões em setembro de 2021, está em tendência de queda nos últimos meses. Em fevereiro deste ano, ele perdeu cerca de US$ 31 bilhões em um dia após a Meta registrar o maior tombo da história dos Estados Unidos.

Atualmente, o empresário aparece como a 19ª pessoa mais rica do mundo, segundo a Bloomberg, bem atrás de outros empresários de tecnologia, como o Elon Musk, fundador da SpaceX e da Tesla que lidera o ranking com fortuna de US$ 248 bilhões.

Dona do Facebook, Meta tem queda no faturamento 

Na última quarta-feira (27), a Meta comunicou que, no segundo trimestre deste ano, registrou uma queda de 1% em seu faturamento, em relação ao mesmo período de 2021. O resultado de US$ 28,8 bilhões marcou o primeiro recuo de faturamento da história da empresa.

Na projeção para o próximo trimestre, a Meta estima que a receita ficará abaixo das estimativas de analistas, em meio a um período de baixa no mercado de anúncios digitais.

Em valores, a dona do Facebook projeta uma receita entre US$ 26 bilhões e US$ 28,5 bilhões, enquanto analistas esperavam US$ 30,5 bilhões, segundo dados da consultoria Refinitiv.

Meta é processada por supostamente viciar jovens

Em junho, a Meta passou a ser alvo de ações judiciais que alegam que a empresa criou algoritmos que levam jovens a um vício destrutivo. São oito processos protocolados em tribunais nos EUA na última semana.

Todos alegam que a exposição excessiva a plataformas como Facebook e Instagram, ambos da Meta, levou a tentativas de suicídios reais, distúrbios alimentares e insônia, entre outros problemas.