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Inovação

Fintech Hash capta R$ 235 mi e amplia negócio

Redação BP Moneyem 20 de outubro de 2021 12:49
  • O montante chega seis meses após a companhia receber R$ 81 milhões em uma rodada série B;
  • “Nós crescemos muito mais rápido do que prevíamos desde a última rodada”, declarou João Miranda, CEO e fundador da Hash;
  • Agora o objetivo da empresa é passar a oferecer produtos como conta digital e crédito.

A Hash anunciou nesta quarta-feira (20) que captou R$ 235 milhões em uma rodada série C liderada pelo fundo QED Investors e Kaszek, que já investiram no negócio. Além disso, a Endeavor Scale-Up Ventures também participou e passou a integrar o quadro de sócios da empresa.  

O montante chega seis meses após a companhia receber R$ 81 milhões em uma rodada série B, que também foi liderada pelo fundo QED.

“Nós crescemos muito mais rápido do que prevíamos desde a última rodada”, declarou João Miranda, CEO e fundador da Hash, ao NeoFeed. “Já passamos da fase de construir, validar e de um produto escalável para agora, de fato, escalar e ganhar mercado”.

Com a nova captação, o objetivo agora é ampliar o negócio. O plano é, a partir de 2022, passar a oferecer produtos como conta digital e crédito- este será iniciado com a antecipação de recebíveis.

“Os clientes e estabelecimentos já usam a nossa solução de pagamento e esse dinheiro já está dentro do nosso ecossistema”, diz Miranda. “Trazer novas ofertas é um caminho natural para gerar mais valor na operação.”

A Hash é mais uma empresa num cenário de crescimento de startups observado na América Latina, especialmente no Brasil, em que as empresas estão alcançando recordes de captação. As fintechs são umas das mais beneficiadas, nesse momento em que soluções financeiras estão sendo apreciadas.

Miranda acredita que o mercado está aquecido por diversos fatores. Além da dimensão do mercado latino-americano, ele explica que a maturidade alcançada pelos empreendedores da região é relevante, muitos deles com conhecimentos acumulados em passagens por negócios bem-sucedidos ou não.

“Hoje, você tem muito mais profissionais com bagagem e conhecimento para construir e escalar uma operação”, destaca. “E muitos deles estão montando suas próprias startups. Então, é um ciclo natural, além do fato de existir mais capital disponível no momento”.

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