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Economia

Latam diz estar preparada para enfrentar nova variante

No entanto, a companhia não informou detalhes sobre as estratégias a serem adotadas.

por Folhapress

27 de novembro de 2021 14:00
Latam diz estar preparada para enfrentar nova variante

O presidente da Latam Airlines, Roberto Alvo, afirmou, neste sábado (27), que a empresa está preparada financeiramente para eventuais restrições governamentais para evitar a propagação da variante ômicron, identificada na África do Sul.

Em entrevista coletiva após o anúncio do plano de recuperação de mais de US$ 8 bilhões (R$ 44,6 bilhões), Alvo disse que a demanda da Latam se recuperou nos últimos três ou quatro meses, não só no Brasil como em outros países em que operam. E que a empresa tem flexibilidade para parar, caso haja uma nova onda na pandemia.

"Estamos cientes da possibilidade de novas restrições para a mobilidade, e o grupo se preparou para ter uma estrutura de custos muito variável. Ficamos muito tranquilos, hoje, de que teremos a fortaleza financeira e capacidade operacional de reagir a mudanças muito fortes."

No entanto, o presidente não informou detalhes sobre as estratégias a serem adotadas. Apenas disse que acionistas e credores têm compromisso para levantar recursos, mas, como ainda não há efeito claro da nova cepa, "não cabem especulações".

Apoio dos credores para aprovação do plano Sobre o plano de recuperação da Latam, Roberto Alvo afirmou já ter apoio de maioria dos credores para a aprovação. "A companhia, hoje, já tem apoio de 71% dos credores, sendo que, para ser aprovado na lei americana, precisa de dois terços."

A empresa apresentou plano de recuperação judicial na noite desta sexta-feira (26), que prevê uma injeção de US$ 8,19 bilhões, ao Tribunal de Falência dos Estados Unidos, em Nova York -um alívio aos principais acionistas e gestores da chilena. A estimativa é que o plano seja aprovado por volta do dia 27 de janeiro de 2022, data da próxima audiência.

Segundo o executivo, a companhia aérea Azul manifestou interesse na compra do negócio, porém, ele afirma que a proposta era "insuficiente e inaplicável" e que, por isso, foi descartada.