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Economia

Fomc: Fed mantém juros entre zero e 0,25% ao ano nos EUA

A autoridade monetária também afirmou que manteve o ritmo de tapering, que deve se encerrar em março

por Gabriel Rios e Leonardo Almeida

26 de janeiro de 2022 16:10
Fomc: Fed mantém juros entre zero e 0,25% ao ano nos EUA

O Comitê Federal de Mercado Aberto do Federal Reserve (Fomc em inglês) anunciou que manteve a taxa de juros dos Estados Unidos entre zero e 0,25% ao ano, em linha com as previsões do mercado. Além disso, a entidade decidiu manter o ritmo de retirada de estímulos na economia norte-americana, o tapering, tendo prazo para acabar em março deste ano. As informações foram enviadas pelo Fed nesta quarta-feira (26) por meio de comunicado aberto à imprensa.

De acordo com o Banco Central dos EUA, os indicadores de atividade econômica do país avançaram nos últimos meses, porém, com o avanço da Ômicron no mundo, os dados vêm sendo “afetados”. A entidade ressaltou que os números sobre a abertura de empregos foram “sólidos” nos e a taxa de desemprego diminuiu substancialmente.

“Os desequilíbrios da oferta e da procura relacionados com a pandemia e a reabertura da economia continuaram a contribuir para níveis elevados de inflação. As condições financeiras gerais permanecem acomodatícias, refletindo em parte as medidas de política para apoiar a economia e o fluxo de crédito para famílias e empresas dos EUA”, afirmou o Fed em nota.

Apesar de ter mantido a taxa de juros entre zero e 0,25%, a autoridade financeira deu a entender que um acréscimo do indicador está próximo, e ressaltou que a meta do Comitê é alcançar uma inflação de 2% ao longo prazo. “Com a inflação bem acima de 2% e um mercado de trabalho forte, o Comitê espera que em breve seja apropriado aumentar a meta para a taxa básica de juros”, disse o Fed.

A entidade declarou que vai continuar reduzindo o ritmo mensal de compra de ativos, encerrando os estímulos em março deste ano. O Fed afirmou que, a partir de fevereiro, aumentará suas participações em títulos do Tesouro em pelo menos US$ 20 bilhões por mês e em títulos lastreados em hipotecas de agências em pelo menos US$ 10 bilhões por mês.