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Clube de Residência Privada: tipo de investimento vem crescendo no Brasil

Os clubes de residência privadas funcionam como um tipo de investimento para quem deseja ser titular em algum imóvel

por Redação BP Money

18 de julho de 2022 16:20Atualizado em: 18 de julho de 2022 16:23
Clube de Residência Privada: tipo de investimento vem crescendo no Brasil
Foto: Shutterstock

Nos últimos anos, a prática de dividir bens e consumo tem se tornado cada vez mais comum, a chamada economia compartilhada. Em meio a tecnologização de serviços, muitos investidores e cidadãos comuns passaram a apostar nos clubes de residências privadas.

Os clubes de residência privadas funcionam como um tipo de investimento para quem deseja ser titular em algum imóvel com mais de um titular. Por meio dele, o investidor consegue ser, por exemplo, proprietário de hotéis luxuosos. 

CEO da Resid, Paulo Henrique Barbosa explicou como funcionam os clubes de residência e economia compartilhada. "Normalmente, as empresas que estão inseridas na economia compartilhada usam da ociosidade de algum recurso, para tornar seu uso mais eficiente, trazendo benefício direto para o usuário final, que pode continuar sendo proprietário ou não. O principal ponto aqui é preservar o uso, e torná-lo mais sustentável", afirmou Barbosa ao FDR. 

"Clubes de Residências Privadas é uma categoria do setor de Shared Ownership (Propriedade Compartilhada). A Resid traz essa nova categoria de produto para o mercado brasileiro, permitindo um acesso inteligente, moderno e sustentável aos melhores empreendimentos de férias nos melhores destinos brasileiros. Para exemplificar, com R$ 180 mil será possível compartilhar uma fração de tempo em um clube de residência privada, onde o valor da residência integral poderia chegar a R$ 9 milhões", completou o CEO. 

Para Barbosa, o crescimento dessa categoria no país se deve ao fato de ser um setor novo: "Com um mercado servitizável enorme, quase 15 milhões de famílias, com poucas empresas maduras para crescer de forma sustentável, e consequentemente pouco capital disponível no mercado, o que faz com que o crescimento seja orgânico e linear". 

O CEO também destaca as vantagens de se investir nos clubes de residências privadas. Para ele, o consumidor tem acesso ao melhor dos mundos. 

"Primeiro o benefício financeiro frente a pagar por diárias hoteleiras. Além disso, o membro do Clube tem vantagens e benefícios extras ao hospede do Hotel, como early check in garantido, acessos a espaços exclusivos no hotel (restaurantes, piscinas, beach clubs, etc), brindes e eventos exclusivos, etc", explicou. 

Produto focado para o consumidor final

Os Clubes de Residências Privadas é um produto focado para o consumidor final. Apesar de ainda não conhecer um canal de distribuição B2B2C, Barbosa aponta que o produto pode ser modelado para ser distribuído para empresas. 

Barbosa salienta que o produto é resiliente e para Classe A, mas que é preciso monitorar de perto em meio a preocupação com o cenário macroeconômico global e do Brasil. 

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Questionado sobre quanto é preciso para investir nos Clubes de Residências Privadas, Barbosa destaca que a Resid vem pensando em alguma forma de possibilitar o acesso ao investimento financeiro para Pessoas Físicas, a partir de R$1.000,00, em um modelo já regulamentado pela CVM. "Além de tudo é uma forma de educar o mercado, trazendo essa pauta que é tão importante e que as vezes é abafada", concluiu.