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TECH & FIN

Fintech 2.0 | A nova geração de finanças

Ticiana Amorimem 2 de setembro de 2021 22:28

Lá vem esses números, né? Enquanto o marketing já está no 5.0 as fintechs começam a dar seus passos para a sua segunda geração. Mas Tici, eu nunca ouvi falar disso. É, aqui no Brasil algumas coisas são como a 3 fase do openbanking, atrasam. rs!

As influências do mercado

O fênomeno da fintechzação é uma realidade global. É assim que eu começo os pitchs da Aarin com dados que embasam a realidade de que toda empresa quer prestar serviço financeiro como forma de diversificação de receita, redução de custo ou otimização de processo.

A realidade é que os fatores que levaram as primeiras fintechs a nascer foram aproveitar os avanços da tecnologia digital, desenvolvendo produtos bancários que são mais fáceis de usar, custam menos para entregar e são otimizados para canais digitais.

Já que esses players são menos sobrecarregados por as demandas de conformidade regulatória a que os bancos estão sujeitos. Eles são livre de sistemas legados complexos e caros.

E por isso, as fintechs podem se concentrar na criação de soluções de propósito único, projetadas para oferecer uma experiência aprimorada em apenas um produto ou serviço. E são organizações menores, projetadas para o propósito de inovação.

Fintech 1.0

Essa primeira geração no entanto, balançou mas não impactou os mercados bancários, já que uma longa história traz consigo sistemas legados, mas também constrói marcas confiáveis e fornece dados históricos ricos, para não mencionar uma licença bancária e um considerável vantagem em iniciativas de conformidade.

E, claro, os bancos entendem de serviços financeiros; especialmente os riscos envolvidos, que os novos participantes muitas vezes não conhecem ainda.

No entanto, as condições para mudanças significativas estão presentes: a política muda para dados abertos e APIs2, o surgimento de tecnologias aprimoradas, como computação em nuvem, mudando a dinâmica do cliente e intensa pressão para cortar custos bancários abrem espaço para o que chamamos de Fintechs 2.0.

Os players bancários da segunda onda

E isso é tão real que uma série de players globais decidiram que precisam participar dessa tendência disruptiva ativamente apoiando fintechs - a lista inclui Citi, Santander, UBS, BBVA, Barclays, NAB e Capital One, entre outros.

Eles lançaram incubação e iniciativas de aceleração, e veículos de investimento criados para aproveitar, promover e ampliar a inovação.

Para essa nova geração de fintechs ganhar escala e ampliar o impacto uma coisa é certa: bancos e fintechs precisarão colaborar, cada um fornecendo ao outro o que falta agora, sejam esses dados, marca, distribuição ou perícia técnica e regulatória.

Invisible banking e as Fintechs 2.0

Vamos começar a viver uma era de fintechs que vão além da oferta de carteiras digitais e cashback.

Aqui na Aarin nós criamos um conceito que chamamos de invisible banking, que é a necessidade que as pessoas tem de ter os serviços financeiros intrísecos ao seu dia a dia, sem necessidade de uma agência o app bancário separado para financiar a obra de sua casa por exemplo.

Já compra o material financiado por uma linha de crédito exclusiva da rede. Achou inovador? É apenas o começo. Estamos mirando forte o crescimento da Internet das Coisas e tudo o que pode vir.

Serviços financeiros vinculados

Aluguel de produtos variáveis

O financiamento de ativos, por exemplo, pode ser baseado em parâmetros como quilômetros percorridos ou carga transportada, em vez do que simplesmente o período de tempo para o qual o ativo é alugado, como com modelos tradicionais.

Gestão de riscos e preços:

A gestão de garantias é um elemento-chave de gestão de risco. Melhores dados sobre a qualidade e condição da garantia fornece avaliação e determinação de preços de risco mais precisas.

Compreender as necessidades do cliente

Acompanhar a atividade de uma empresa pode indicar quando pode haver necessidades adicionais de financiamento de crescimento, para por exemplo, revelando quando o maquinário alugado está funcionando em plena capacidade.

Simplificando os processos contratuais:

Os dispositivos IoT serão capazes de capturar dados e alimentá-los em plataformas digitais que governam e verificam “smart contratos ”(protocolos de computador que verificam ou fazem cumprir contratos).  A coleta de dados em tempo real nessas plataformas pode facilitar monitoramento de convênios, desembolso automático de ativos e liberação de ônus ou bens.

Exemplos de impacto Fintech 2.0 

As mudanças são estruturais e provavelmente irão impactar em um dos mercados mais complexos que é o de financial trade, por exemplo

Resultados

Fintech 2.0, payment 4.0, IOT aplicado ao mercado financeiro, invisible banking. Pra você pode paracer algo de muito longo prazo, mas em 2008 o telefone mobile também era. E veja só onde estamos desde o segundo semestre de 2010.

É realmente muita coisa para cobrir em um texto só, até porque estamos aqui discutindo a fronteira da fronteira. Se você quer continuar a aprender sobre tecnologia financeira de uma forma que impulsiona seu negócio, entra no nosso site e vem bater um papo comigo - https://aarin.com.br/

 

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