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Arte, Cultura & Money

Chico Kertész comenta sobre cenário do Axé na Bahia

Mariana Puonzo e Mateus Almeidaem 20 de maio de 2021 12:30

Em conversa com a BP Money, o artista Chico Kertész contou sobre sua carreira e explicou sua visão para o cenário atual do Axé na Bahia. 

Chico é considerado um profissional multifacetado, já que atua como diretor, filmaker, empresário, radialista, produtor e publicitário. Além de apresentar o Jornal da Cidade, na Rádio Metrópole, é diretor do documentário Axé – Canto do Povo de um Lugar, e criador e CEO da produtora Macaco Gordo, que busca dar destaque à música baiana. 


Confira a entrevista na íntegra: 

Para quem ainda não conhece, quem é Chico Kertész e suas relações com a arte?

Eu acho que sou na verdade um realizador, o que me move é concretizar projetos e assim vem sendo. Tudo até hoje na minha vida surgiu intuitivamente e pretendo permanecer dessa forma.

Quais foram os principais desafios que você vivenciou ao longo da sua carreira?

Desafios são presentes sempre, a cada trabalho. Cada novo projeto é um novo desafio. Meu trabalho é de equipe e depende de muita gente, eu acho que o grande desafio é gerir e coordenar essa equipe.

Como foi a experiência de criar o documentário AXÉ?

Foi meu primeiro documentário, eu na minha ousadia com o desconhecido achei que faria o filme em 6 meses, e com um orçamento muito menor que acabou sendo. No fim, o filme levou 2 anos pra ficar pronto. Sorte é que esse produto ficou como imaginamos e que conseguiu ser um registro vivo de grande parte da nossa história.

O que você projeta para o cenário do Axé nos próximos anos?

Não sei, o mercado depende de muitos fatores, mas acho que como disse Letieres Leite no documentário, a chama pode estar baixa, porém não vai apagar nunca.

Quais são os processos e os sentimentos em geral que você sempre procura provocar quando dirige e/ou escreve alguma produção?

Eu busco qualidade no trabalho sempre, me cobro mais do que qualquer cliente. A cada trabalho é um sentimento, uma idéia, uma provocação.

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